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Boletim Conjuntural dos Investimentos: nº 11 de dezembro de 2018

17 de janeiro de 2019

A economia brasileira chegou ao final de 2018 sem sinais sólidos de retomada do crescimento. O endividamento elevado, tanto do setor privado como público, explica a razão de a economia mostrar lenta recuperação. O setor privado já tem reduzido seu nível de endividamento, com destaque para as famílias, mas o setor público ainda conviverá por longo tempo com dívida crescente, obstante as reformas adotadas, limitando sua contribuição para o PIB. A indústria de Fundos mantém sua atratividade em 2018, o resultado foi concentrado em três classes: Multimercados, Ações e Previdência. Diante da perspectiva de manutenção da taxa Selic no menor patamar da história, a busca por rentabilidade resultou em maior diversidade na alocação de recursos nas carteiras dos fundos de investimentos. O desempenho da economia brasileira, em 2019, será marcado pela capacidade do novo governo de promover as alterações socioeconômicas, assim como, colocar a economia brasileira de volta ao crescimento sustentado. O cenário econômico internacional será desafiador, mais desfavorável às economias emergentes, tornando-se menos leniente com economias que apresentam elevados desequilíbrios fiscais estruturais.

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